Xosé Luis Otero

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«A VIAGEM «

DE 16 DE SETEMBRO DE 2023 A 3 DE MARÇO DE 2024

Curadoria: Jorge da Costa
Produção: Município de Castelo Branco
Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco              
Director Geral: Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco – Leopoldo Martins Rodrigues 
Diretora do CCCCB: Teresa Antunes

Transporte e Montagem:   RNTRANS
Apoio à Montagem e Serviço Educativo: Equipa do CCCCB:
Carina Amorim
Paulo Martins
Tiago Guterres
Tiago Salvado
Pedro Levita (Estagiário de Cultura, Turismo e Património)

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A obra de Xosé Luís Otero (Nocelo da Pena, Galiza, Espanha, 1966) constrói-se de memórias e materializa-se a partir de objetos, fragmentos, e tantas outras referências resgatadas do longínquo passado em que ficou a sua infância. Cada obra constitui-se como um ossário de lembranças, como estruturas visíveis de uma trajetória que é, em essência, uma complexa viagem interior, com diferentes entradas para a memória. É grandemente um exercício de experiências vividas e que agora desvela, trazendo ao presente algumas das questões existenciais que sempre o inquietaram, como a condição humana, a sua relação com Deus, mas também com o medo, a culpa, o pecado ou a morte.

As suas criações são, na verdade, alegorias que dão origem a uma multiplicidade de narrativas e significados que se intercetam, complementam ou dispersam pelos distintos espaços expositivos do CCCCB. Xosé Luís Otero assume-se, assim, à semelhança do Minotauro, protagonista do fantástico conto A casa de Astério, de Jorge Luís Borges, como o guia que nos vai conduzindo pelos múltiplos caminhos do seu labirinto. 

Em cada sala ou corredor, confronta-nos com uma intrincada trama de acontecimentos, sobretudo com os seus medos e fragilidades, mas também com episódios trágicos, cujas histórias tanto se alicerçam a partir de referências reais como se misturam com o fantástico da cultura popular ou da mitologia clássica.

A sua obra é gerada por imagens parcelares ou fragmentos, como se neles capturasse uma determinada fração de espaço e de tempo, um lugar e um momento. São destroços de vivências ou histórias relembradas pelos avós, que parecem funcionar como arqueologias de espaços agora desabitados, lugares de esquecimento, silenciosos, vazios, que encerram a tensão do que aí, em algum momento, parece ter acontecido. 

Há no seu trabalho uma predileção pelos grandes formatos, pelas composições agrupadas e pelas montagens cenográficas, que combina num jogo de arquiteturas e de tantas outras estratégias processuais que continuamente desafiam o visitante a uma experiência profundamente imersiva.

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